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This entry was posted on 13/07/2011 at 7:21 pm and is filed under DESENHO E POESIA. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.




03/09/2011 às 2:16 pm |
Interessante, você escreve Veneza e surge a água em meu pensamento. E ai você fala de poeira? “… sabetória que tem em se dar…”, “quando se depositam pouco a pouca sobre uma superfície, por deslize do que é sujo e inútil…”, “…entope as fissuras, permanece adormecida, até assumir consistência.” Literalmente você jogou poeira no meu imaginário.
Muito bom, moça.