ela deseja
o que nunca viveu
mas consegue intuir
no espaço do corpo
o talvez
ela fixa
embora sinta-se fluxo
desenho de um movimento
entre paredes póstumas
e trajetória prévia
ela foge
esvazia contornos
neste desejo vivo
intimidade côncava
em segredo de si

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This entry was posted on 15/09/2011 at 4:58 pm and is filed under DESENHO E POESIA. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0.
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15/09/2011 às 5:10 pm |
! lindo
15/09/2011 às 8:53 pm |
Professora leio você! Sinto a vida em sua poesia!
Abraço, Natália.
26/09/2011 às 7:03 pm |
Que lindo, Júlia! Outro dia estava falando para um outro poeta sobre a profundidade das suas palavras. Como capricha na escolha das palavras a ponto deu me sentir completa com a fruição. Beijos, saudades, amiga!