quando e assim

Quando exposta ao sol mais insistente

A sombra se esconde no embaixo das coisas

E esboça sua desaparição

 

Assim também a borracha não faz mais

Do que gastar seu corpo mole no esforço inútil

De não deixar rastros

 

Quando o sol treme de exaustão

A sombra quer fugir para o impossível do infinito

E alonga a paisagem.

 

Assim também a voz ecoa irrevogável

E por empilhamento gago

Suplica amnésias aos pés das palavras.

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3 Respostas to “quando e assim”

  1. Ulysses Says:

    Querida Jú

    A Lé tinha me falado entusisticamente da maravilhosa imunda. Mesmo prevenido, o impacto foi fortíssimo. É de maturidade profunda. Comunicou direta e conrundentemente. Aí veio o conjunto, a fusão bem dosada do desenho e da poesia e eu em estado de graça para o dia.
    Bjs
    Ulysses

  2. marcelo kraiser Says:

    que blog maravilhoso!
    acompanharei de perto!
    beijos
    MK

  3. tays pollyana alves Says:

    adorei seu blog!bjsss…. tatá

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