escritos do caderno vermelho

 

 

eu tridimensiono montes de linhas 

na conversão aérea das palavras

 

subo ao topo

piso meus pés sobre o feixe

me agarro entre os dedos

no empenho de tramar desejos

pequenos o bastante

para arrebentar novos desenhos

 

a prova disto é o rastro

este legível e frágil

que qualquer água

mais ou menos líquida

dissolve

ao nada pleno do silêncio

 


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